Acompanhamento psicológico para crianças, jovens, adultos e famílias. Com tempo, com rigor e sem julgamento — em Santa Maria da Feira, em Espinho e à distância.
Chamo-me Inês Pinto. Sou psicóloga inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses e formadora certificada, detentora de protocolo de colaboração com a Ordem.
Trabalho com crianças, jovens, adultos e famílias. A minha prática assenta em evidência científica validada e é realizada sob supervisão clínica especializada — o que significa que o trabalho que faço não é a minha opinião isolada, e não é revisto apenas por mim.
Acredito numa psicologia que não se limita à intervenção clínica: que promove capacitação, prevenção e mudança sustentável nos contextos onde as pessoas vivem e se desenvolvem — em casa, na escola, no trabalho.
Na prática, isso quer dizer que tanto acompanho processos individuais e familiares como desenho e dinamizo formação para escolas, instituições e equipas.
Trabalho a partir de modelos cognitivo-comportamentais e sistémicos, ajustando a intervenção à pessoa, à idade e ao contexto — e não o contrário.
Áreas em que acompanho processos de avaliação e intervenção psicológica. Se não encontrar aqui a sua situação, escreva na mesma: ou trabalhamos juntos, ou indico-lhe alguém que trabalhe essa área. Ninguém sai daqui sem uma direção.
Acompanhamento psicológico de adultos: ansiedade, gestão do stress, regulação emocional, dificuldades de sono, adaptação a mudanças de vida e a problemas de saúde, autocuidado e relação com o trabalho.
Avaliação e intervenção com crianças e adolescentes: comportamento, atenção, oposição, ansiedade, competências sociais, autoestima, dificuldades escolares e de relação com pares.
Apoio a pais e cuidadores: limites e rotinas, gestão de conflito, comunicação em família, transições (entrada na escola, adolescência, separação), coordenação entre casa e escola.
Intervenção em comportamentos aditivos com e sem substância, incluindo uso problemático de ecrãs, jogo e redes sociais, com trabalho paralelo com a família quando faz sentido.
Programas de desenvolvimento de competências sociais, emocionais, profissionais e digitais, em contexto individual, de grupo ou em parceria com escolas e instituições.
Sessões de psicoeducação, prevenção e capacitação para famílias, turmas, equipas educativas e organizações — o trabalho que evita que muitos problemas cheguem a consulta.
Nada aqui tem mistério. Saber o que vai acontecer é, muitas vezes, o que torna possível dar o primeiro passo.
Escreva-me por email, pelo formulário de marcação ou por mensagem. Respondo com a disponibilidade, o local, a modalidade e os valores. Não precisa de explicar tudo já — basta o essencial, e no seu tempo.
Uma conversa, não um teste — não há respostas certas nem nada para preparar. Serve para perceber o que está a acontecer, há quanto tempo, o que já tentou e o que gostaria que fosse diferente. Quando o motivo é uma criança ou um adolescente, a primeira sessão é habitualmente com os cuidadores.
Quando se justifica, reúne-se informação de várias fontes e contextos, com instrumentos validados. Uma avaliação séria leva tempo e exclui outras explicações antes de chegar a qualquer conclusão.
Explico o que foi encontrado em linguagem acessível, com espaço para perguntas, e definimos em conjunto objetivos concretos para o acompanhamento.
Sessões de 50 minutos, com frequência ajustada à situação. Os objetivos são revistos periodicamente: um processo sem rumo definido não deve arrastar-se.
O objetivo de um acompanhamento é terminar. Quando o que é preciso está fora da minha área de competência, encaminho — é isso que um enquadramento deontológico exige.
Escolha o que lhe for mais fácil. O acompanhamento presencial decorre em duas clínicas multidisciplinares, o que permite articular com terapia da fala, terapia ocupacional e psicopedagogia sempre que faça sentido — sem ter de andar de sítio em sítio à procura.
Para quem vive longe, viaja com frequência ou tem dificuldade em deslocar-se, o acompanhamento pode ser feito por videochamada, em plataforma segura. A modalidade online não é adequada a todas as situações — nomeadamente a algumas avaliações e a intervenções com crianças mais pequenas — e isso é avaliado no primeiro contacto.
Enquanto formadora certificada, desenho e dinamizo sessões e programas de capacitação, ajustados ao público e ao contexto de cada organização.
Sessões para turmas, encontros com encarregados de educação e formação de equipas educativas — competências socioemocionais, regulação, clima de sala de aula, vida digital.
Programas de prevenção e promoção de literacia em saúde mental na comunidade, incluindo parentalidade, comportamentos aditivos e mediação digital.
Formação em competências socioemocionais e profissionais, gestão de stress e comunicação, com desenho ajustado à realidade da equipa.
Pedidos de proposta e programas detalhados por email: psinespinto.mind.me@hotmail.com
Se ficar com alguma dúvida que não esteja aqui, pergunte sem receio. Nenhuma pergunta é demais.
Cerca de 50 minutos. A frequência é definida caso a caso — habitualmente semanal ou quinzenal no início, espaçando à medida que o processo avança.
Não. Pode marcar diretamente. Se, ao longo do processo, se justificar articulação com o médico de família, pediatra ou pedopsiquiatria, isso é conversado consigo antes de qualquer contacto ser feito.
Com crianças, adolescentes, adultos e famílias. No caso de crianças e jovens, o trabalho com os cuidadores faz parte do processo — não é um extra.
Não. Um diagnóstico, quando é necessário, resulta de um processo de avaliação com várias fontes de informação, vários contextos e instrumentos validados. Da primeira consulta sai uma ideia do que faz sentido avaliar e de como se pode trabalhar.
Tudo o que é partilhado em consulta está protegido pelo sigilo profissional, com as exceções previstas na lei e no Código Deontológico — nomeadamente situações de risco para a própria pessoa ou para terceiros. No caso de menores, o que é comunicado aos cuidadores é definido no início, de forma clara e com o jovem presente.
Para muitas situações, sim, e a evidência disponível é encorajadora. Há situações em que não são a melhor opção — algumas avaliações, intervenções com crianças pequenas e situações de risco. Se for o caso, digo-o.
Os valores são indicados no primeiro contacto, porque variam com o local e a modalidade. Sobre comparticipações de seguros e subsistemas de saúde, a informação atualizada é dada pela clínica onde a consulta decorre.
Este site e as consultas marcadas não são um serviço de urgência — não os leio em tempo real. Se precisa de falar com alguém agora, ligue para o SNS 24, 808 24 24 24, onde há apoio disponível a qualquer hora do dia ou da noite. Em emergência, ligue 112. Procurar ajuda nesse momento é a decisão certa.
Escolha o local, a modalidade e um horário que lhe dê jeito. Leva um minuto e não obriga a nada. Todas as consultas são mediante marcação prévia — confirmo sempre por email antes de contar com o dia.
Não precisa de ter as palavras todas. Uma linha a dizer o que o traz aqui chega para começarmos — do resto tratamos juntos.
Uma nota, com franqueza: não faço avaliações, diagnósticos nem aconselhamento clínico por email, mensagem ou comentários. Não é distância — é que uma resposta dada assim, sem o conhecer, tanto pode tranquilizar sem fundamento como preocupar sem motivo. O que me escrever no primeiro contacto serve só para combinarmos o encontro. O resto conversamos com tempo, e em privado.